sábado, 6 de dezembro de 2008

Resultados Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM

Como já foi dito em outro momento, entre 14 e 19 de outubro a equipe formada pelos colaboradores: Elenira, Kétsia, Marta, Renata, Rita e Tamires realizaram a pesquisa de perfil de público no MAM- Ba. O resultado que obtemos, vocês podem acompanhar abaixo.

O público do MAM é formado majoritariamente por jovens; sendo que, 48% dos entrevistados possuem entre 19 a 28 anos e os adultos são em 35% com de 29 a 40 anos. No que se refere a profissão, a maior parte dos freqüentadores é de estudantes com o total de 45%; profissionais de artes (produtores, designers, coreógrafos, artistas plásticos, cineastas)-(15%) profissionais da educação (11%), da área da saúde (7%), e de profissionais de Comunicação(6%). Uma parcela de público que é inexistente ao MAM, é formada pelas pessoas com idade superior a 60 anos.
Ficou evidente também que o percentual de mulheres que visitam o Mam é superior ao percentual masculino. Se dos 117 questionários aplicados, 65 foram respondidos pelo sexo feminino, 52 dos questionários correspondem ao público masculino. Assim, 44% são masculinos e 56% femininos, como ficou constata.
A análise do perfil de público do MAM, também evidenciou que o estado civil dos entrevistados, mostrou que a maior parte dos questionários é de solteiros com 47% , seguidos de namorando com 27% e posteriormente, casados com 26%.
Em Salvador, cidade com mais de 70% da população de negros/afro-descendentes segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No entanto, como maior índice de visitantes do Museu de Arte Moderna da Bahia foram às pessoas declaradas brancas e pardas com 31% do percentual para cada uma das respostas. Os negros apareceram em 25%, seguidos dos questionários identificados pela “cor” multiétnico. Poucos questionários declararam não saber a sua cor, um total 5% . Correspondendo as expectativas geográficas e históricas, apenas 3% dos questionários foram respondidos por indígenas.
Correspondendo as expectativas, quando investigado o percentual dos níveis de escolaridade do público do MAM, observou-se que superior completo corresponde ao grau de escolaridade que mais frequenta, são 25%. O que não quer dizer que a escolaridade sozinha não interfere na formação do público de um museu, pois os questionários respondidos por pessoas que possuem a pós-graduação em andamento ou completa correspondem a 3% e 13%, respectivamente. Bem como, ensino fundamental em andamento e pós-graduação em andamento apresentam a mesma porcentagem em questionários, 3% (Anexo 5). Interessante que o superior seja completo, incompleto ou em andamento, juntos possuem o maior percentual dos questionários aplicados durante a pesquisa.
As pessoas que freqüentam o MAM, em sua maioria, 69% freqüentam outros museus. Por ser formado também por pessoa de outros estados e também de outros países, o MAM possui um público que visita museus de outros estados e internacionais como o Louvre e os diversos Museus de Artes Modernas que existem no Brasil. No entanto, os museus que possuem o público em comum com o MAM e que apareceram nos questionários em maior quantidade foram o Carlos Costa Pinto e o Palacete das Artes. Que dividem, respectivamente, 14,5% e 9,3% do seu público.
O público que frequenta o museu em questão possui assiduidade nas visitas que realiza ao MAM, bem como visita outros museus. No entanto, as visitas ao museu pesquisado, na maioria são de 1 a 3 vezes (36%), seguido dos “possíveis” novos freqüentadores, os que visitaram pela primeira vez que somam 33%dos entrevistados.
Das atividades culturais que o público do MAM pratica, a mais respondida foi pintar com 26%, sendo que 29% praticavam atividades não expostas no questionário de pesquisa como interpretações teatrais, recitar poemas, leitura, modelagem de móveis.
O público que frequenta o MAM também é fiel às telas, já que quando questionado sobre os lugares que vai com mais frequência respondeu em grande maioria cinema, com 46% da preferência. O que contrasta com a opção museus que teve a menor opção com 11% do total.
Para este público não há incentivadores para se praticar atividades culturais; em contrapartida, a TV que é o meio de comunicação de massa com maior alcance para as diferentes classes obteve a menor expressividade com apenas 0,8% das respostas.
A exposição e o acervo são os maiores incentivadores para o público do museu. São 74% dos questionários respondidos que possuem essa atenção voltada para o acervo / exposição.
Embora a maioria dos questionários respondidos, indique que o melhor dia para se ir ao museu seja no domingo, a pesquisa contou com maiores questionários preenchidos na quinta-feira, com 30 questionários. O que se pode levar a considerar que a falta de tempo, em virtude do trabalho e dos estudos levam ao público manterem certa distância dos museus nos dias de semana, preferindo o final de semana.
O horário de funcionamento que a maioria prefere corresponde ao horário de funcionamento da maioria dos museus. Assim, não se pode aferir que a demanda de público no MAM é pouca devido ao seu horário de funcionamento, bem como o preço do ingresso, visto que o museu é aberto a visitação pública..
Não se pode dizer que o público do Mam não é fiel devido às exposições, visto que a maioria prefere pinturas e fotografias. No entanto, o artista e o tema interferem diretamente na hora da escolha para fazer uma escolha em visitar determinada exposição. Visto que foram os mais respondidos pelos questionados.
O MAM é considerado pelo seu público um museu com boa programação e estrutura, bem como sua localização também. No entanto, a maioria das pessoas que freqüentam o espaço vão de carro, pois não há ponto de ônibus próximo ao museu.
A programação do museu de Arte Moderna da Bahia é mais veiculada pelo boca-a-boca, segundo entrevistados, seguida pelo site do Museu que sofre poucas atualizações.
Uma das deficiências do MAM é a manutenção do seu público sem que estes cheguem ao museu sem interesses que não sejam as exposições e acervos, visto que 60% dos entrevistados vão ao museu para fazer uso de outras atividades como: cinema, oficinas, mini-cursos, palestras, café, loja e a maioria (26%) que aderiu a “febre” do JAZZ.
No entanto, quando se questionou qual a função do museu, a preservação da memória prevaleceu sobre as outras alternativas com 55,5% dos questionários, embora as demais opções não tenha tido tantas disparidades umas em relação as outras.
O MAM agradou a 89% dos entrevistados, 9% não soube responder e apenas um questionário foi o índice de reprovação.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Resultados Museu Carlos Costa Pinto

Os resultados da pesquisa referente ao museu Carlos Costa Pinto, realizada de outubro a dezembro de 2008, pelos alunos da disciplina Análise de Públicos e Mercados Culturais, está finalmente à disposição no link abaixo.

http://rapidshare.com/files/170677115/Artigo.pdf.html

O Museu se configurou para nós um lugar admirável. Nele podemos concluir que encontramos um público fiel, predominantemente de pessoas acima dos seus 40 anos, sobretudo senhoras. Acreditamos que o investimento na diversificação do público será chave para uma melhora no mesmo.

Agradecemos pela visita e desejamos boa leitura.

Resultado da Pesquisa - Palacete das Artes

Como resultado final da nossa pesquisa sobre o Palacete das Artes tivemos que elaborar um artigo, disponível abaixo para download.

Link para download do artigo
Link para os gráficos brutos (anexo)

Introdução do Artigo

"A “Oficina de Análise de Públicos e Mercados”, disciplina do quarto semestre do Curso de Produção em Comunicação e Cultura da Faculdade de Comunicação – UFBA, tem como objetivo o estudo de públicos e mercados culturais através de procedimentos de pesquisas e de sondagens de mercados. Há, inicialmente, a escolha do espaço que se pretende analisar e o estudo de textos que dão o embasamento teórico A partir daí, são elaborados questionários de pesquisa de público, para que sejam realizadas pesquisas em campo. Tais pesquisas geram dados a serem analisados e apresentados num artigo final.

A turma do semestre 2008.2 desse curso se comprometeu a analisar o público dos museus. Para que essa análise pudesse ser feita, foram utilizados em sala textos mais amplos, que abordaram políticas públicas, o papel da cultura e públicos de outros espaços culturais. Destes, valem ressaltar os que mais contribuíram nessa pesquisa.

O texto “Políticas Culturais: entre o possível e o impossível”, de Albino Rubim, foi utilizado porque faz uma análise sócio-cultural sobre o papel das políticas culturais para que elas se transformem agentes de ordem para as estruturas culturais, levando em consideração as suas abrangências e os impactos que elas, se bem estabelecidas, podem levar a sociedade. Com base no artigo "Dimensões da Cultura e Políticas Públicas", de Isaura Botelho, discutimos a necessidade de se ter clareza na elaboração de uma política pública, pois a cultura institucional é uma e a do cotidiano é outra. Isaura coloca a falta de interesse governamental como responsável pela não-inserção das políticas culturais no cotidiano. Ela afirma que o governo faz da política de incentivos fiscais a única solução para o problema. Isaura aborda ainda as desigualdades no acesso a cultura tradicional e a democratização da cultura em geral.

O texto “Os equipamentos culturais na cidade de São Paulo: um desafio para a gestão pública”, também de Isaura Botelho, apresenta estudos dos equipamentos culturais da cidade de São Paulo mostrando como estes se distribuem e quais seus públicos. Apresenta também proposições que justifiquem a ausência de parte da sociedade. Isaura Botelho acredita que os equipamentos culturais não acompanham o crescimento da cidade, pois praticamente todos eles encontram-se na região central, deixando as regiões periféricas sem opções para lazer e cultura. Essa concentração faz com que o público da periferia não tenha acesso a esses espaços. O grande desafio para a gestão pública não é somente democratizar esses espaços culturais, mas conhecer e aceitar a diversidade de padrões de cultura. Trata-se realmente de buscar contemplar os diversos públicos que existem.

Posteriormente, analisamos as políticas públicas especificamente no caso dos museus, utilizando basicamente a Política Nacional de Museus. A análise será apresentada mais adiante.

Depois trabalhamos o texto “Públicos da Cultura e as Artes do Espetáculo”, de Gisele Nussbaumer. Ex-professora da disciplina “Oficina de Análise de Públicos e Mercados”, Gisele apresenta no seu texto os resultados das pesquisas de público de teatros em Salvador. Com base na discussão e nos dados apresentados no texto que elaboramos a melhor forma de estruturar nossa análise.

O "Público Não Existe, Cria-se." Novos Media, Novos Públicos?, J. M. Paquete de Oliveira fala da busca por públicos e diz que se há procura, deve haver demanda. É ressaltada a importância do marketing, as influências dos medias e a crítica cultural. Para o autor, os públicos são criados graças aos estudos e pesquisas feitas para saber que tipo de público deve ser "criado", o que não impede que os públicos se criem também. Esse texto fundamentou algumas das proposições do grupo para a solução dos problemas encontrados nos museus.

Depois da leitura desses textos mais amplos, partimos para o estudo do universo que nos interessava: os museus. Em “Representações sobre os Museus de Salvador”: Archimedes Ribas Amazonas apresenta um estudo junto ao público universitário dividido em três partes: Na primeira, ele relata a origem e a trajetória dos museus. A sua viagem histórica vai desde a Grécia, passando pela Revolução Francesa, marco em que a instituição museu adquire o sentido atual e chega a atualidade. A segunda parte do artigo mostra os museus frente aos novos desafios que são: as novas formas de expressões artísticas e as novas tecnologias. Já na terceira parte, trata de como o financiamento e a sustentabilidade dos museus são um problema antigo e que permanece atual, pois os museus são, em sua maioria, vinculados a órgão públicos ou instituições privadas. "

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Aplicação dos questionários. 18.10.08 (museu geológico)

Início das aplicações: 13:20h
Término das aplicações: 16:00h

Quem compareceu : Mariza.

Nº de questionários: 05.

Observações: apareceu uma excursão de um curso técnico com pessoas de Catú e Pojuca que pouco sabiam falar sobre os equipamentos de Salvador. Foram aplicados 4 questionários com o grupo. Fora a excursão, o fluxo de visitantes da capital foi baixo.
O motivo da saída uma hora mais cedo de fechar o museu foi o término de questionários.

Aplicação dos questionários. 16.10.08 (Museu Geológico)

Início das aplicações: 13:20h
Término das aplicações: 17:30h

Quem compareceu : Mariza, Luana, Lisiane e Jéssica.

Nº de questionários: 10.

Observações: o fluxo de visitas foi normal, como nos outros dias da semana. Apareceram alguns turistas no dia, mas que estavam aqui há poucos dias e não falavam português, então a equipe achou conveniente não aplicar.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 23.10.08

No dia 23 de outubro, uma quinta-feira, foram aplicados 12 formulários por João Gabriel, Pedro Dell’Orto, Rafael Grilo e Aurélio da Cunha, das 14h30 às 19h00.

Devido a sessão de cinema, sempre às quintas, houve um fluxo maior de pessoas no Café, em sua maioria da terceira idade. Algumas delas já haviam respondido o questionário na semana passada, portanto, restaram poucas pessoas para o fazer neste dia.

Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 22.10.08

No dia 22 de outubro, uma quarta-feira, havia poucas pessoas no museu, por conta da falta de atividades extras no mesmo. Os alunos Pedro Dell’Orto, João Gabriel e Natália aplicaram 11 formulários, das 14h30 às 19h00. Praticamente todas as pessoas abordadas o responderam, além de terem sido cordiais, como quase todos os visitantes do museu em questão.

Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 20.10.08

No dia 20 de outubro, uma segunda-feira, os alunos João Gabriel, Natália Valente, Pedro Dell’Orto e Aurélio da Cunha aplicaram um total de 14 formulários.

Neste dia, ao invés de abrir às 14h30, devido à necessidade de repor um painel que corria risco de cair na entrado, o Costa Pinto só abriu às 15h30.

Como nos outros dias, os visitantes se concentraram mais no Café. Todos eles enfatizam a tranqüilidade do ambiente, além de tecer muitos elogios quanto a conservação do lugar e as qualidades gerais do museu.

Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 17.10.08

No dia 17 de outubro, uma sexta-feira, terceiro dia da pesquisa, Rafael Grilo e Natália Valente aplicaram 11 formulários, das 14h30 às 19h00. Havia poucos visitantes neste dia, os quais se concentraram predominantemente no Balangandan Café. Dentre estes, destaque para visitantes de fora da cidade. 

Nos resultados finais, poderemos evidenciar que uma boa parte dos visitantes vem de outros estados e até mesmo de outros paises, como Argentina.

Neste dia, o segurança do museu nos informou que por conta do não repasse de verbas da Secretaria de Cultura do Estado, o Museu passaria a não abrir nos sábados durante o mês de outubro, a fim de cortar despesas.

Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 16.10.08

No segundo dia da pesquisa, uma quinta-feira, aplicamos um total de 14 formulários, das 14h30 às 19h00. O grupo foi formado por João Gabriel, Rafael Grilo, Pedro Dell’Orto e Aurélio da Cunha.

Todas as quintas, às 15h30, é exibido um filme no auditório. Há, portanto, um número maior de visitas. Porém, a maioria das pessoas se concentra no Café, para esperar a hora da sessão. Boa parte delas já conhece o acervo do museu e vão ao local apenas para ver um filme e usufruir o ambiente do Café. Foi neste lugar que aplicamos a maior parte dos questionários.

Primeira Aplicação de Questionários no Museu Carlos Costa Pinto. 15.10.08

Visitar o Museu Carlos Costa Pinto é participar de um resgate histórico. A esposa do importante comerciante, Sra Margarida Costa Pinto, foi uma das grandes responsáveis pela transformação da casa num espaço de visitação.

A equipe composta por Aurélio da Cunha, João Gabriel, Natália Valente, Pedro Dell’Orto e Rafael Grilo ficou responsável por traçar o perfil dos visitantes do museu, por meio do questionário formulado nas aulas.

No dia 15 de outubro, uma quarta-feira, iniciamos a pesquisa com a presença de Aurélio, Natália e Rafael.

A aplicação dos questionários se estendeu das 14h30 às 19h00, e tivemos 9 deles preenchidos ao final do dia. O horário de pico de visitação se deu às 16h30, momento em que aconteceu uma palestra sobre produção e moda, no auditório.

(Esta e as outras postagens a seguir são contribuição de todos os membros da equipe responsável pela pesquisa no Carlos Costa Pinto)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM - 6º Dia

19/10, Domingo: Como era de se esperar, domingo é dia de ficar em casa com a família. O museu foi muito pouco visitado, sendo que a maioria das pessoas que estavam presentes era residente aqui na capital e estavam lá para aproveitar o ambiente do local para conversar, namorar e aproveitar a atmosfera bucólica do local. Saímos do MAM às 17h00min, com 11 questionários respondidos.

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM - 5º Dia

18/10, Sábado: Esperávamos que o fim-de-semana nos rendesse muitos questionários, mas nos surpreendemos. A maioria das pessoas que estavam no local estavam em busca de admirar o Pôr-do-sol, ouvir a Jam Session de Jazz de Ivan Huol e banda que acontece aos sábados no anoitecer. Essas pessoas eram pessoas aqui de Salvador; ao contrário que imaginávamos, o fluxo de turistas se dá realmente durante a semana. As pessoas se mostravam hostis, chegando até a correr da entrevista de forma gritante e indiscreta. Mesmo assim, abordamos algumas pessoas e conseguimos um resultado de 26 questionários, tendo saído do local às 19h10min da noite aproximadamente.

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM - 4º Dia

17/10, Sexta-Feira: A sexta-feira nos surpreendeu pela quantidade de pessoas locais visitando o museu, dos mais diversos bairros da cidade, e de outras cidades vizinhas como Lauro de Freitas. Foi um dia bastante tranqüilo até com relação às visitações, o Museu estava relativamente vazio, até as suas instalações mais freqüentadas, como o cais, o cinema e o estacionamento. Saímos 17h30min com 21 questionários respondidos.

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM - 3º Dia

16/10 Quinta-Feira: O dia de maior movimento no Museu, para surpresa de nós, entrevistadoras. A grande maioria, como já pôde notar, de turistas nacionais, mas também foi notável a presença de visitantes locais. O CEFET-BA de Valença estava lá novamente, para a aula de Barroco. Foi um dia tranqüilo, sem grandes incidentes, e com um fluxo de entrevistas bem interessante, os entrevistados bastante solícitos. Saímos do local às 17h30min com 30 questionários respondidos.

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM - 2º Dia

15/10, Quarta-Feira: O movimento da quarta foi fraquíssimo, sendo que nesse dia em especial o museu foi freqüentado mais por turistas internacionais – identificamos pelo menos 4 argentinos e 2 ingleses, e alguns outros que não pudemos identificar a nacionalidade, apenas entendemos pela fala que não eram brasileiros; as pessoas aqui de Salvador que estavam no Museu nesse dia, na maioria das vezes estavam em busca de uma determinada “paz” para leituras, para “pensar na vida” ou para aproveitar a quarta-feira de promoção do cinema. Nesse dia, uma outra turma do CEFET-BA de Valença estava presente para conhecer as instalações do museu e ter outra aula de arte barroca. As exposições que se encontravam na semana da pesquisa ainda eram as mesmas da pesquisa piloto (Prêmio Braskem de Cultura de Arte), talvez por isso o público específico estivesse tão fraco. Saímos do MAM às 17h20min, por conta de alguns rumores de batidas policiais e tiroteios no bairro vizinho, Gamboa, no dia anterior, e um clima tenso no local.

PERFIL DE PÚBLICO DO MAM

Nossa atividade no Museu de Arte Moderna da Bahia começou na terça, 14, mas só agora sai nosso primeiro post - relato.

14.10- Terça-feira: Alguns turistas nacionais e internacionais, uma exercusão de 40 alunos do 1° ano do ensino médio do CEFET - Valença e o público das oficinas artísticas, foi esse o perfil da maioria da pessoas que frequentaram o MAM no primeiro dia de aplicação do questionário de pesquisa. Começamos nossas atividades às 13h40, quando conseguimos aplicar o primeiro formulário, em um médico de Belo Horizonte que havia chegado ao MAM por conta da fama do restaurante que funcionava por lá, frustou-se, pois no momento ele está fechado. Então, o turista aproveitou para conhecer as instalações e as exposições e responder nosso questionário. Pouquíssimas pessoas das oficinas colaboraram com nosso trabalho, por recusa ou pelo fato de estar atrasadas para as aulas no momento da abordagem. Salvo essas pessoas, entrevistamos visitantes locais, poucos frequentadores assíduos e dois estudantes do CEFET, neste caso para compor a amostra com esse perfil de público ( aqui consideramos a idade mínima exigida, 13 anos). Por questões obviamente idiomáticas não abordamos turistas estrangeiros. Saímos do MAM às 17h47 com 15 questionários respondidos.

Semana de Pesquisa de Campo no MAM - Museu de Arte Moderna da Bahia

Introdução

Os primeiros dias de pesquisas foram marcados pela presença predominante de turistas brasileiros e estrangeiros, que em sua maioria estavam visitando o museu pela primeira vez, além de excursões escolares de alunos de nível fundamental e do primeiro ano do nível médio de cidades do interior, que compareceram ao museu para a sua primeira aula de artes em campo, sobre barroco.
A equipe se informou sobre visitas que já estavam agendadas para terça-feira que por motivos de força maior não ocorreram, inclusive um grupo de estudantes de turismo da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Contávamos com a presença dessas pessoas, acreditando que os dados colhidos com elas pudessem enriquecer nosso trabalho, devido ao nível cultural diferenciado de estudantes universitários (até para perceber se esse nível é realmente diferenciado).
Para surpresa da equipe, o ponto alto das visitações ao Museu não foi no fim-de-semana, mas na quinta-feira. No fim-de-semana, o local costuma ser visitado por sua estrutura (instalações, pôr-do-sol) e outras atividades como o Jazz, e os visitantes se mostraram menos receptivos a responder questionários. Mesmo assim, insistimos e conseguimos um número considerável de questionários.
Em princípio, parece que a maioria das visitas durante a semana é de pessoas ligadas a área artística ou correlacionadas, e turistas e estudantes dos cursos de artes que as oficinas do MAM oferece, e o público da Sala de Arte. Muitos moradores das adjacências (Gamboa, Comércio, Dois de Julho, Aflitos) usam do espaço do museu via de atalho, com toda naturalidade, parecendo não se importar com as atividades do local, o que nos leva a crer que não existe nenhuma atividade consistente que promova a integração do MAM com a população local; exceto o Pinte no MAM aos domingos para crianças e o fato de muitos funcionários morarem nesses locais vizinhos, o que nós vemos mais como uma conveniência para a administração do museu, não como uma ação afirmativa propriamente dita. Muitas pessoas visitam o local ao acaso, por acharem bonito e por curiosidade, até pelo passado histórico das instalações.

domingo, 19 de outubro de 2008

PERFIL DO PÚBLICO DO MAM

Nossa atividade no Museu de Arte Moderna da Bahia começou na terça, 14, mas só agora sai nosso primeiro post - relato.

14.10- Terça-feira: Alguns turistas nacionais e internacionais, uma exercusão de 40 alunos do 1° ano do ensino médio do CEFET - Valença e o público das oficinas artísticas, foi esse o perfil da maioria da pessoas que frequentaram o MAM no primeiro dia de aplicação do questionário de pesquisa. Começamos nossas atividades às 13h40, quando conseguimos aplicar o primeiro formulário, em um médico de Belo Horizonte que havia chegado ao MAM por conta da fama do restaurante que funcionava por lá, frustou-se, pois no momento ele está fechado. Então, o turista aproveitou para conhecer as instalações e as exposições e responder nosso questionário. Pouquíssimas pessoas das oficinas colaboraram com nosso trabalho, por recusa ou pelo fato de estar atrasadas para as aulas no momento da abordagem. Salvo essas pessoas, entrevistamos visitantes locais, poucos frequentadores assíduos e dois estudantes do CEFET, neste caso para compor a amostra com esse perfil de público ( aqui consideramos a idade mínima exigida, 13 anos). Por questões obviamente idiomáticas não abordamos turistas estrangeiros. Saímos do MAM às 17h47 com 15 questionários respondidos.

No mais, foi isso o que aconteceu no dia.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Aplicação de Questionários - Palacete das Artes - 10.10.08

No dia 10.10 (sexta-feira), qaurto dia da aplicação do questionário, a programação do museu contou com a exposição de Jenner Augusto e também com a apresentação de uma peça teatral para comemoração da semana das crianças, às 15h. Durante essa semana o museu foi agraciado com visitas de algumas escolas que proporcionaram para as criaças um maior contato com práticas artísticas.
Por causa da programação da semana das crianças, a maior parte das pessoas presentes eram menores de 13 anos, o que impossibilitou a aplicação do questionário com as mesmas. Ainda assim, entre o horário das 15:30 às 16:30, tivemos uma boa participação de moradores da vizinhança do museu.
Aplicamos vinte e um formulários nesse dia. Nossa pesquisa iniciou-se às 13h e teve fim às 18h com a presença de Flora Cássia Alves, Ian Castro e João Cappello.

SEMANA DO MAM - 14 A 19 DE OUTUBRO


Ir ver o pôr-do-sol, frequentar as exposições do momento, tomar um café acompanhado de uma deliciosa torta, participar de oficinas artísticas ou eventos musicais. Não importa sua opção, o Museu de Arte Moderna da Bahia concentra essas e outras opções de lazer e cultura.

Entre os dias 14 e 19 de outubro estaremos acompanhando o perfil do público desse museu.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Aplicação de Questionários - Palacete das Artes 09.10.08

No dia 09 de outubro a programação especial do Palacete das Artes para a semana do dia das crianças seguiu com a apresentação de uma peça de teatro para crianças de uma escola às 15h. Em seguida, essas crianças tiveram uma atividade em que reuniram-se em pequenos grupos para criação de desenhos.

O horário de maior visitação foi das 15 às 16:30h, porém a maioria do público era formado pelas crianças da escola que estavam assistindo a peça. Estas não puderam responder o questionário, pois eram todas menores de 13 anos (idade mínima para poder participar da pesquisa). Nesse horário também concentrou-se a visitação do museu por pessoas que foram apenas buscar seus trabalhos (resultados de uma oficina que havia acontecido no museu anteriormente) ou visitar a exposição de Jenner Augusto no prédio anexo.

Aplicamos treze formulários nesse dia. Nossa pesquisa iniciou-se às 13h e teve fim às 18h com a presença de João Cappello, Mariana Nascimento e Tayane Bragança.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Questionário utilizado na pesquisa

O questionário que está sendo aplicado pela equipe foi elaborado concomitante à leitura e discussão dos textos. Usando da experiência adquirida com a aplicação dos questionários nos semestres anteriores, quando essa pesquisa foi realizada, em teatros, cinemas e espaços culturais de bairros populares da cidade, foi possível adequá-los ao aparelho cultural estudado nesse semestre, o museu. Sob a supervisão da professora Taiane Fernandes todos os alunos puderam apresentar suas sugestões e, após a discussão em sala sobre cada uma das questões que entregariam o questionário, a equipe realizou uma aplicação piloto no MAM. Finalmente, algumas modificações foram feitas no questionário seguindo as demandas sentidas pelos alunos ao testá-lo.

Clique aqui para ter acesso ao questionário (em breve)

Texto postado por Jéssica Passos

Aplicação de Questionários - Palacete das Artes - 08.10.08

No dia 08.10 (quarta-feira), segundo dia da pesquisa, além da exposição de Jenner Augusto, aconteceu, a partir das 15h, um evento para as crianças da rede pública e privada com apresentação da orquestra da ONG Cirandando Brasil e show da cantora Nairzinha, concentrando maior movimento por conta dessa atividade.
Apesar da concentração de público devido ao evento que ocorreu no Palacete, a maioria do seu público era composto por crianças com idade abaixo de 13 anos, o que impossibilitou um maior número de questionários aplicados. O grupo composto por Alessandra Assis, Flora Cássia Alves e Mariana Coelho esteve presente no museu das 13h às 18h, aplicando um total de 19 questionários nesse período.

Aplicação de Questionários - Palacete das Artes - 07.10.08

O período de aplicação do questionário no Palacete das Artes foi de 07 a 12 de outubro de 2008. Durante esse período, estava acontecendo a Exposição Temporária do artista Jenner Augusto.

No dia 07.10 (terça-feira), primeiro dia da pesquisa, além da exposição de Jenner Augusto, acontecia no museu o curso de História da Arte no Palacete (todas as terças-feiras, uma turma às 14h30 e uma às 16h30), concentrando maior movimento por conta dessa atividade.
Os funcionários do museu se mostraram muito receptivos aos membros do grupo, bem como o público pesquisado. Nenhum dos visitantes se recusou a responder o questionário.
O grupo composto por Tayane Bragança, Ian Castro e Alessandra Assis esteve presente no museu das 13h às 18h, aplicando um total de 21 questionários nesse período.

sábado, 11 de outubro de 2008

Texto: Os equipamentos culturais na cidade de São Paulo: um desafio para a gestão pública (Isaura Botelho)

Texto: Os equipamentos culturais na cidade de São Paulo: um desafio para a gestão pública (Isaura Botelho).
Nesse texto a autora faz um estudo dos equipamentos culturais da cidade de São Paulo mostrando através de mapas como estes se distribuem e quais as classes sociais, a escolaridade, a renda das pessoas que frequentam eses lugares e o porque que algumas delas não os frequentam.
Isaura Botelho coloca em evidência o fato de os equipamentos culturais não acompanharem o crescimento da cidade, pois praticamente todos eles encontram-se na região central, deixando as regiões periféricas sem opções para lazer e cultura. Essa concentração faz com que o público da periferia não tenha acesso a esses espaços por causa da distância, do tempo que se leva para chegar a esses locais e por condições financeiras, já que teatros e cinemas geralmente tem preços altos, portanto as classes mais abastadas e que moram na região do centro continuam sendo privilegiadas nesse sentido.
O grande desafio para a gestão pública não é somente democratizar esses espaços culturais, mas conhecer e aceitar a diversidade de padrões de cultura, ou seja, deve-se levar para as comunidades das áreas distantes do centro não só a cultura erudita, mas também a cultura popular que ela já conhece e está familiarizada. Trata-se realmente de ter consciência de que existe um público variado e que as políticas culturais devem atender a todos eles.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Breve comentários sobre os Textos discutidos em sala

A disciplina Oficina de Análise de Públicos e Mercados tem como objetivo o estudo de públicos e mercados culturais através de procedimentos de pesquisas e de sondagens de mercados. Como metodologia, são utilizados seminários e discussões de textos acadêmicos, pesquisas em campo e análise orientada de dados.
O primeiro texto discutido em sala, Políticas Culturais entre o possível e o impossível, Rubim faz uma análise sócio-cultural sobre o das políticas culturais para que elas se transformem agentes de ordem para as estruturas culturais, levando em consideração as suas abrangências e os impáctos que elas podem levar a sociedade, se bem estabelecidas.
Em O Papel da Cultura em Cidades Pouco Sustentáveis, Cancline coloca a arte, os espetáculos, assim como os mídias como grandes contribuidores para o desenvolvimento e a sustentabilidade das cidades. O autor avalia os impactos da informalidade e como a mídia oferece o “suposto” para todos. Através das propagandas, a mídia monumenta as cidades latinas havendo a necessidade de que movimentos sociais reordenem as cidades devido ao predomínio das periferias, crescimento desordenado do comércio e da criminalidade.
Já Isaura Botelho, discute no seu artigo “Dimensões da Cultura e Políticas Públicas”, a necessidade de se ter clareza na elaboração de uma política pública, pois a cultura institucional é uma e a do cotidiano é outra. Para ela há a necessidade de se obter recursos econômicos com um rearranjo social. Botelho critica como as políticas culturais não conseguem atingir o cotidiano por falta de interesse governamental. O governo por sua vez, faz dos incentivos fiscais a “solução” para o problema, embora não seja a única possibilidade. Outro ponto pertinente abordado no texto são as desigualdades no acesso a cultura tradicional e a democratização da cultura em geral.
O Texto de Gisele Marchiori Nussbaumer, Públicos da Cultura e as Artes do Espetáculo, é um estudo sobre os teatro desde a Grécia antiga até os dias atuais. A autora faz uma análise sobre os públicos do teatro a partir da definição do próprio termo público levando em consideração como o espectador passa a ser tido como consumidor e pensado como objeto cultural.
O “Público Não Existe, Cria-se.” Novos Media, Novos Públicos?, J. M. Paquete de Oliveira fala da busca por públicos e como se há procura, deve haver demanda. O texto coloca também a importância do marketing, as influências dos medias e a crítica cultural. Para Paquete de Oliveira, os públicos são criados graças aos estudos e pesquisas feitas para saber que tipo de público deve ser “criado”. O que não impede que os públicos se criem também.
Em Equipamentos Culturais de Salvador: Públicos, Políticas e Mercados, novamente Nassbaumer, é feito um estudo e mapeamento sobre os equipamentos culturais da cidade de Salvador tendo como foco principal os seus públicos, os segmentos mercadológicos em que estão inseridos e as políticas culturais adotadas para a cidade.
O texto Archimedes Ribas Amazonas, Representações sobre os Museus de Salvador: Um estudo junto ao público universitário, foi dividido em três partes: Na primeira, ele faz um relato histórico da origem e a trajetória dos museus. A sua viagem histórica vai desde a Grécia, passando pela Revolução Francesa, marco em que a instituição museu adquire o sentido atual e chega a atualidade. A segunda parte do artigo mostra os museus frente aos novos desafios que são: as novas formas de expressões artísticas e as novas tecnologias, já na terceira parte, Ribas coloca como o financiamento e a sustentabilidade dos museus são um problema antigo e que permanece atual, pois os museus são em sua grande maioria, vinculados a órgão públicos ou instituições privadas.
E por fim, o texto Equipamentos Culturais na cidade de São Paulo: Um desafio para a gestão pública... (será postado por Tamires)...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Pesquisa piloto

A pesquisa piloto foi realizada no MAM, pela tarde, no dia 30 de setembro de 2008.

A turma chegou ao museu por volta das 13:00h e saiu por volta das 16:30h. Alguns alunos chegaram mais tarde e compensaram o atraso ficando até as 18:00h. Assim, a pesquisa foi aplicada das 13:00 às 18:00h.

A maior parte dos entrevistados não eram visitantes do acervo e sim alunos de uma oficina que estava sendo realizada no local. Na saída da oficina, o fluxo de pessoas foi maior e não era possível entrevistar, de forma rápida e eficaz, todos os casais que passavam. Ou se optava por um deles ou o parceiro tinha que esperar o primeiro ser entrevistado para depois responder ao questionário. Assim, vale ressaltar que é importante ter um entrevistador por pessoa.

O público, em geral, era composto por jovens entre 15 e 25 anos.

Foram aplicados um total de 36 questionários.

A partir dessa aplicação experimental foram feitas algumas modificações no questionário para uma melhor adequação com o público. Entre elas, temos: as opções "outra" e "NR" na questão 2; a especificação de valores na 4; a opção "práticas artísticas" na 5; a opção "fotografia" na 6; o corte da questão 24 do antigo e acréscimo de 2 questões "Você freqüenta outros museus? " e "O que falta neste museu? ".

domingo, 5 de outubro de 2008

Apresentando a turma e a pesquisa

Começando...

Esse blog foi criado para funcionar como uma espécie de diário de bordo, onde contaremos passo a passo como tem funcionado a nossa pesquisa... mas, antes de começar, temos que contar QUEM SOMOS NÓS e QUAL É A NOSSA PESQUISA!

Pois bem... somos a turma do 4º semestre do curso de Comunicação Social - Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da UFBA, mais especificamente da disciplina de Oficina de Análise de Públicos e Mercados Culturais. O principal objetivo da matéria é traçar o perfil dos equipamentos e consumidores de cultura em Salvador, através da aplicação de questionários nos espaços culturais escolhidos. O objetivo da disciplina durante esse semestre é construir o perfil do público de museus em Salvador.

Para isso, trabalhamos inicialmente com pesquisas teóricas, lendo textos relacionados a políticas culturais, à área museológica, a Política Nacional de Museus, aos balanços dessa política, textos sobre equipamentos culturais de Salvador.
Depois dessa fase, trabalhamos na construção do questionário que será aplicado, o qual será apresentado em postagens posteriores.

Essa pesquisa já foi realizada, em outros semestres, em teatros, cinemas e espaços culturais de bairros populares da cidade. Esse semestre trabalharemos, como já foi dito, com museus.
Pretendemos descobrir que tipo de público frequenta os museus, quais os principais interesses, como aproveita o equipamento, que outras atividades culturais frequenta/realiza, entre outros.
Como resultado da pesquisa, elaboraremos artigos, apresentando os dados da pesquisa e possíveis soluções para os problemas detectados.

Divulgaremos passo a passo da pesquisa aqui no blog, para que possamos compartilhar nossos dados e conclusões com os interessados.

Desde já, deixamos o convite para que você, leitor, nos acompanhe nessa trajetória.

Seja bem vindo ao nosso blog!